Hoje vou falar do livro da autora parceira: Joana D'arc, Arddhu e a Maldição das Scarlett Leila Scarlett só quer ser uma garota comum, mas desde muito cedo já convive com espíritos. Rejeitada por seus pais, e depois da morte de sua irmã Lya, a qual era muito apegada, a situação começa a piorar, pois é hostilizada dentro de casa. Apesar disso tudo, quando uma sombra negra (Arddhu), ameaça sua família, Leila decide ir embora para outra cidade a fim de protegê-los. Quando uma de suas irmãs descobre que Leila pode estar em perigo, Lays e Letícia vão morar com Leila a fim de ajudá-la. Com a ajuda de Jota, um espírito que é seu amigo e mentor e Mike, que se tornou seu melhor amigo, Leila e suas irmãs descobrem que há muito sobre sua família que elas não sabiam, que são vítimas de uma maldição que existe há gerações na família, e que elas estão no meio de uma guerra entre anjos e demônios. Mas quando existem muitas tentações, fica difícil escolher entre o bem e o mal... Nossa, eu devorei o livro, li em menos de um dia! Um livro cheio de mistério e ocultismo, é doce pra mim, do jeito que eu gosto. É uma leitura bem leve, de fácil entendimento e o enredo não é parado, a vida da Leila é bastante agitada, afinal, esses espíritos não a deixam em paz! Quem quiser adquirir no Amazon, é só clicar AQUI! Fique por dentro das novidades sobre a autora clicando AQUI!
A probabilidade estatística do amor à primeira vista é uma história romântica, capaz de conquistar fãs de todas as idades. Quem imaginaria que quatro minutos poderiam mudar a vida de alguém? Mas é exatamente o que acontece com Hadley. Presa no aeroporto em Nova York, esperando outro voo depois de perder o seu, ela conhece Oliver. Um britânico fofo, que se senta a seu lado na viagem para Londres. Enquanto conversam sobre tudo, eles provam que o tempo é, sim, muito, muito relativo. Passada em apenas 24 horas, a história de Oliver e Hadley mostra que o amor, diferentemente das bagagens, jamais se extravia. Você sabia que as pessoas que se encontram em aeroportos têm 72% mais chance de se apaixonarem que as pessoas que se encontram em outros lugares?
Ou que...
As pessoas que se encontram pelo menos três vezes de maneiras diferentes no período de 24 horas têm 98% de chance de se encontrarem de novo?
Com Hadley e Oliver não poderia ser diferente...após um encontro inusitado no aeroporto, quando estão indo para Londres, eles têm uma noite "mágica" no avião, conversando sobre seus medos, expectativas e tudo o mais...pela manhã relutam em se separar...
Hadley está triste e revoltada com o pai que abandonou ela e a mãe e foi morar em Londres, onde acabou encontrando outra mulher, com quem ai se casar, e Hadley preferia qualquer coisa na vida do que ir a esse casamento.
Claustrofóbica, ela encontra tranquilidade para enfrentar 7 horas num avião, em Oliver, que é um garoto britânico, misterioso, espirituoso, e muito fofo.
Uma história que nos mostra que tudo que acontece tem alum motivo, que alguns minutos a mais ou a menos podem mudar sua vida em vários aspectos, e que algumas horas podem parecer uma vida, dependendo do ponto de vista; Mostra também a importância da família, e que por pior que nos pareça a situação, nem sempre é o que parece, e que as vezes não é tão ruim, depende muito de como você enfrenta a situação.
Olha que lindo o livro do J. A. Marcos, que será lançado nacionalmente no dia 31/07!
Sinopse:
Emily é uma jovem de 23 anos, professora de história, que mora com seus pais e seu irmão caçula, Jason. Tudo seria perfeito em sua vida se não houvesse um pequeno detalhe: ela é cega. Mesmo assim ela se tornou uma garota independente, que em meio as dificuldades conseguiu superar o fato de não enxergar e consegue levar uma vida normal. Porém, Emily ainda tem dificuldade em conseguir manter seus relacionamentos amorosos, devido aos preconceitos em relação a se envolver com homens que se diferenciem de seu estilo de vida. Mas o destino colocará Mathew no seu caminho, seu mais novo vizinho: jovem, bonito, com sede de viver. Com 21 anos, Matt, como gosta de ser chamado, adora andar em sua moto, tem uma tatuagem que toma todo o seu braço, e acaba de se encantar pela beleza rara de Ems. Ela é tudo que ele sempre quis, ele é o oposto de tudo que ela sempre imaginou querer. Um romance divertido, com pitadas de humor e um pouco de drama. Uma grande lição de vida, mostrando em seu contexto as dificuldade de se viver em uma sociedade que não está preparada para abraçar as pessoas com deficiência. “Estrelas cadentes não dizem adeus" traz uma história envolvente, narrada sobre o ponto de vista da própria protagonista, com um final surpreendente, capaz de fazer você se emocionar, torcer e chorar.
Eu já estou louca pra ler faz tempo, não vejo a hora de resenhar ele!!!
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Era uma vez uma princesa... Você já deve ter ouvido essa introdução algumas vezes, nas histórias que amava quando criança. Mas essa princesa sou eu. Quer dizer, é assim que eu fiquei conhecida. Só que minha vida não é nada romântica como são os contos de fada. Muito pelo contrário. Reinos distantes? Linhagem real? Sequestro? Uma bruxa vingativa? Para mim isso tudo só existia nos livros. Meu cotidiano era normal. Tá, quase normal. Vivia com meus (superprotetores) tios, era boa aluna, tinha grandes amigas. Até que de uma hora pra outra, tudo mudou. Imagina acordar um dia e descobrir que o mundo que você achava que era real, nada mais é do que um sonho. E se todas as pessoas que você conheceu na vida simplesmente fossem uma invenção e, ao despertar, percebesse que não sabe onde mora, que nunca viu quem está do seu lado, e, especialmente, que não tem a menor ideia de onde foi parar o amor da sua vida. Se alguma vez passar por isso, saiba que você não é a única. Eu não conheço a sua história, mas a minha é mais ou menos assim...
Estou viciada em livros nacionais!
E esse foi mais um que entrou pra minha lista de favoritos!!
A forma como a Paula transformou o conto da Bela Adormecida em um conto de fadas moderno, foi bem fofa e original.
Nessa versão, nossa princesa se chama Áurea e é filha de um primo do príncipe com uma brasileira, na realidade, e quando sua vida é ameaçada pela terrível Marie Malleville, é trazida para o Brasil para ser criada pelos seu três tios: Fausto, Florindo e Petrônio.
Transformada em Rosa, ela é educada em casa, até que seus tios resolvem coloca-la em um colégio interno, onde ela tem contato apenas com garotas.
Superprotetores, os tios não permitem que ela saia sozinha e que fale com estranhos.
Mas um dia, quando faz 16 anos, suas amigas a levam para um barzinho, onde ela conhece a Dj Cinderella, sim, a mesma do Livro das Princesas.
Logo depois ela começa a receber mensagens de um garoto que ela nem sabe como conseguiu seu número, mas que a encanta logo de cara...
Mas como o mal está sempre a espreita, Malleville é claro que ia dar um jeito de encontrá-la...
Gente, o livro é muuuuuuito fofo, a Áurea é uma gracinha, e ponto para a literatura nacional de novo!!!!!
Leiam que vale a pena, e não se esqueçam do sorteio!!!
"Imagine Elizabeth Bennet e o sr. Fitzwilliam Darcy, protagonistas de Orgulho e preconceito, deixando de lado a moral e o recato e dando vazão a seus desejos mais ocultos de forma mais pervertida que Christian Grey e Anastasia Steele, personagens de Cinquenta tons de cinza. O resultado: Cinquenta tons do sr. Darcy, a incrível e hilária paródia escrita por um famoso inglês sob o pseudônimo de Emma Thomas. " "Apesar de sua família não ter muitos recursos, Elizabeth Bennet foi educada para ser uma verdadeira dama: conversa sobre os mais variados assuntos e é muito respeitada. Além disso, é linda. Mas, quando Jane, uma de suas irmãs, é cortejada pelo sr. Bingulin, que acaba de chegar à cidade com um amigo, Lizzy tem a oportunidade de conhecer o sr. Fitzwilliam Darcy. De cara, a atração é mútua; mas, apesar de Elizabeth ter o estilo de vida padrão de uma mulher do século XIX - coleciona conchas, borda, adora recitais de espineta -, ela se deixará levar para o mundo secreto do sr. Darcy: práticas sexuais lascivas e luxuriosas - grampos de mamilos, bolinhas tailandesas, vibradores. Ah, nada disso existia na época? Não importa. O sr. Darcy deixa tudo às claras e não faz declarações de amor. Na verdade, suas intenções são explícitas desde o início: "Não faço amor srta. Bennet. Eu transo, eu como, eu fodo, eu trepo." Mas até a mais inocente e bem-educada heroína romântica tem seus impulsos, e, quando Lizzy descobrir que um chicote de equitação não serve apenas para galopar, um novo mundo e preto e couro se revelará. Ela tentará salvar o sr. Darcy deste universo de perversão e plugues anais extragrandes, mas um homem tão fora de rumo terá salvação?" Unir duas histórias tão diferentes é um tanto inusitado, e apesar de não ter lido 50 Tons de Cinza, apenas Orgulho e Preconceito, simplesmente adoro paródias, e essa me fez rir demais. O sr. Bingley vira sr. Bingulin, o sr. Collins, vira Phil Collins (isso mesmo, o cantor). A sinopse já diz tudo que é necessário sem fazer perder a graça. Pra quem quer boas risadas é uma ótima dica. Todo o recato de Orgulho e Preconceito vai para o espaço com as conversas de Lizzy e sr. Darcy, que são bem cabeludas (kkkkkk)... A sra. Bennet continua sem noção, as meninas são umas periguetes...
Bia está parada num engarrafamento no Rio de Janeiro, pensando em sua vida azarada. Sem emprego, atolada em dívidas, ela não imagina que está prestes a viver a grande coincidência da sua vida. O motorista do carro ao lado está buzinando, tentando se comunicar com ela, como se fosse um velho conhecido... E ele é! Mas Bia não o reconhece. E como poderia? Ele é um homem, não mais o garoto de dez anos atrás. Está mais encorpado, cortou o cabelo, livrou-se do aparelho nos dentes e das espinhas do rosto, está tão diferente, tão lindo... O motorista sai do carro, mas não tem tempo de se explicar, pois começa um violento tiroteio e eles têm que se jogar lado a lado no asfalto. Certa de que está prestes a morrer, Bia entra em desespero e se prepara para dizer suas últimas palavras, na esperança de que o suposto desconhecido deitado ao seu lado possa levar um recado a Guga, seu amor da adolescência, sem perceber que é ele próprio que está ali, ouvindo a inesperada declaração de amor! Os dois escapam juntos do tiroteio e, a partir daí, começam a se envolver, dia após dia... Guga, sem coragem de assumir sua verdadeira identidade. Bia, fascinada por ele e feliz consigo mesma por finalmente estar se apaixonando por alguém que não é Guga...
Azar o seu! vai além de uma comédia romântica. É uma reflexão sobre a importância da amizade verdadeira, do perdão e do autoconhecimento, que nos resgata o poder de decidir sem medo e de reverter escolhas que nos impedem de ser feliz. Quando eu acho que não vou mais me surpreender mais com a literatura brasileira, vem a Cinthia e me dá uma nova dica...que eu leio sem pensar duas vezes...
Este livro é incrível, e só de ver como temos tanta gente boa aqui no Brasil dá um orgulho!
Pelo menos nesse quesito temos algo para nos orgulhar...
A Bia é uma mineira que está voltando para Juiz de Fora de um enterro de uma parente distante, e se lamentando por ter dado uns amassos no seu primo e outras coisas na sua vida azarada, como ser demitida do emprego por justa causa.
Parada no trânsito infernal, de repente o motorista do carro ao lado começa a encarar ela, e dizer alguma coisa, ela fica pensando que é algum maluco. Ele desce do carro, mas começa um tiroteio, e Bia desesperada desce da Kombi (isso mesmo, ela estava dirigindo uma Kombi) e se joga no chão. Ela é puxada por braços fortes para baixo da Kombi, e certa de que levou um tiro na cabeça e está morrendo, ela escuta "a voz", e acredita ser um Amparador Espiritual, que veio ajudá-la encontrar a Luz. No seu desespero, ela conta para o "Amparador" sobre seu amor por Guga, e que está pronta para morrer, mas só quer saber se ele está bem.
Veja bem, o Guga havia ido para Londres estudar música quando tinha 17 anos, e nunca se comunicou com a Bia durante todo esse tempo, e como dois anos depois de sua partida, Bia e Raíssa (irmã de Guga e sua melhor amiga), tiveram uma briga feia, cortando relações, Bia nunca mais quis saber nada sobre o Guga, e tampouco foi atras de notícias dele, enfiando a cara nos estudos e depois no trabalho.
Como Bia não o via a tanto tempo, apesar de notar alguma semelhança, a descrente Bia não o reconhece. O Guga não poderia ter ficado tão lindo, e tão sarado.
Guga frustrado por Bia não reconhecê-lo, decide não revelar imediatamente sua identidade, mas começa dar vários sinais, durante vários pontos da história.u
Mas acontece que a Bia é muuuuuuito lenta (mas adorável, uma das mais apaixonantes protagonistas), e não se toca de que o Guga, é o Guga... Acaba se apaixonado por ele (novamente!)...
A história vem e volta no tempo, mostrando flashs da infância de Bia, Guga e Raíssa - os dois irmãos e a melhor amiga.
Mostra como Bia é ligada ao pai, que durante a vida toda foi seu pai e sua mãe.
Eu já falei que o livro é incrível?
Acho que já né?! Mas não custa reforçar.
Apesar de todo o humor, essa leitura te faz pensar no verdadeiro significado da amizade, nos valores da família, amor, e tudo o mais.
Sem contar que a trilha sonora dele é espetacular...Paralamas, Beatles...
Super recomendo!
Vejam algumas das músicas que compõe a trilha sonora do livro: