terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Opúsculo - A Paródia


"Sobre três coisas eu estava absolutamente certa. Primeira, Edwart talvez fosse, muito provavelmente minha alma gêmea. Segunda, existia uma parte do vampiro dentro dele - que eu presumia que estivesse completamente fora de seu controle - que queria me ver morta. E terceira, eu incondicionalmente, irrevogavelmente, impenetravelmente, heterogeneamente e ginecologicamente desejava que ele tivesse me beijado."


Já faz um tempo que li, li, li e reli várias vezes. E não importa quantas vezes leia, sempre dou bastante risada.

A Belle, Belle Goose é hilária, desajeitada e também obcecada por vampiros. Até que se autoexila na casa do seu pai em Switchblade (espécie de canivete automático cuja lâmina é acionada por um botão), onde ganha de presente de seu pai um caminhão de mudanças, um caminhão onde ela pretende utilizar o espaço para colecionar tampinhas de garrafa, já que sempre foi seu sonho. Lá ela conhece Edwart Mullen, com quem ela sente uma forte conexão, por ser pálido como ela. Edwart tem mania de limpeza e é viciado em video-games.

"Foi então que o vi. Ele estava sentado atrás de uma mesa, totalmente concentrado, nem mesmo comia. Tinha uma bandeja inteira de batatas assadas à sua frente e, mesmo assim, não havia tocado em nenhuma. Como poderia um ser humano ser capaz de resistir a um prato de batatas assadas? Ainda mais estranho, ele não havia me notado, Belle Goose, futura ganhadora de um Oscar."


Foi a primeira paródia que li, e vou ser sincera, gostei mais de Opúsculo que de Crepúsculo, pra quem quer dar bos risadas é uma leitura que vale a pena...

PS.: Sou nova nessa coisa de blog, um dia melhoro...rsrs...


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